A Escola Inclusiva E A Diversidade

A Escola Inclusiva E A Diversidade



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Cirlandia Rouseline Almeida Costa*

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Embora não seja a Escola o único lugar onde acontece a educação, na sociedade atual a educação Escolar crescentemente se faz indispensável para a cidadania autônoma e competente. Constitui-se a Escola em espaço especialmente organizado para que se dê a construção de valores, conhecimentos e habilidades necessárias ao pleno, consciente e responsável exercício da democracia.

 

Estrutura-se a Escola através dos sujeitos que dela fazem parte e das relações que estabelecem entre si e com o meio. Nestas relações aparece a singularidade de cada sujeito, a sua cultura, o seu ponto de vista, a sua leitura de mundo, que comunicados aos outros, contribuem para a construção de conhecimentos reelaborados.

 

Na qualidade de espaço instituído pela esfera política e mediatizado pelo Estado, pela família e a sociedade, a Escola por integrar um amplo e complexo sistema social que não é neutro, pois se compõem de grupos diversos e por vezes divergentes, sofre intervenção dessas esferas, não sendo também ela uma instituição neutra, isolada, uma vez que representa os interesses da sociedade como construção histórica.

 

A Escola é a instituição responsável pela passagem da vida particular e familiar para o domínio público, tendo assim função social reguladora e formativa para os alunos.

 

A Escola é a instituição por intermédio da qual a criança se introduz no mundo público, e daí o papel do Estado em relação a todas elas. À família cabe o dever de garantir à criança o que é típico do domínio privado do lar, e ao Estado cabe garantir o direito indispensável da criança à educação Escolar, pois é ela que faz a transição entre essas duas vidas. (MANTOAN).

 

Acima de tudo, a Escola tem a tarefa de ensinar os alunos a compartilhar o saber, os sentidos diferentes das coisas, as emoções, a discutir, a trocar pontos de vista. É na Escola que desenvolvemos o espírito crítico, a observação e o reconhecimento do outro em todas as suas dimensões.

 

Entretanto, ao analisar a realidade das nossas Escolas, percebo que a mesmas estão preparadas para receber um aluno idealizado. Tem um projeto educacional elitista, meritocrático e homogeneizado, o que faz com que ela venha produzindo situações de exclusão que, injustamente, prejudicam a trajetória educacional de muitos estudantes, pois certamente um aluno diferenciado, ao ingressar nessa estrutura, será excluído, parecendo esse movimento ser próprio à estrutura e ao funcionamento da Escola. Esta privilegia determinados conhecimentos e comportamentos, negando a diversidade, e esforçando-se para codificar a produção social a partir de certos valores. Parece que a Escola e sua comunidade não estão preparadas para acolher um aluno mais diferenciado, podendo acontecer de, no ensino regular, a inclusão, por força de lei, pode ser mais desastrosa do que se possa prever.

 

Os sistemas Escolares também montados a partir de um pensamento que recorta a realidade, que permite dividir os alunos em normais e deficientes, as modalidades de ensino em regular e especial, os professores em especialistas nesta e naquela manifestação das diferenças.  A lógica dessa organização é marcada por uma visão determinista e formalista, própria do pensamento científico moderno, que ignora o subjetivo, o afetivo, o criador. Sem os quais não conseguimos romper com o velho modelo Escolar para produzir a reviravolta que a inclusão impõe.

 

Pode-se dizer que as causas fundamentais que têm promovido o aparecimento da inclusão são de dois tipos: por um lado, o reconhecimento da educação como um direito, e, por outro, a consideração da diversidade como um valor educativo essencial para a transformação das Escolas.

 

É importante considerar e compreender que a sociedade atual é a sociedade do estereótipo, das crenças prévias. A partir de imagens estereotipadas, cultiva-se a crença de que existe um saber universal, que se coloca como um produto acabado a ser seguido por todos, produzindo preconceitos do que se acredita que os sujeitos devam ser. Porém, o saber ali apresentado é um produto externo aos sujeitos, tornando-se inconsistente, uma vez que não fala de sua realidade. Acaba emergindo um saber que se transforma em preconceitos, gerando, gradativamente, discriminação e tratamento desigual dos sujeitos.

 

Vale ressaltar que o que de fato vem sendo excluído da sociedade é justamente a diferença, a singularidade, as exceções. O que se espera de todos é a semelhança, o grupo, a padronização. A diversidade cultural constitui um problema para a convivência humana, pois, por meio dos “ideais” sociais, que são difundidos e assimilados por todos, são determinados os modelos, de acordo com os quais o sujeito deve agir. Temos consciência de que a sociedade possui uma visão de homem padronizada e classifica as pessoas de acordo com essa visão. Elegemos um padrão de normalidade e nos esquecemos de que a sociedade se compõe de homens diversos, que ela se constitui na diversidade, assumindo de um outro modo as diferenças. Este deve ser um trabalho necessário, o de mudar a imagem que a sociedade tem das pessoas especiais e rever esta exigência de que todos devem ser iguais e seguirem padrões e normas para demonstrarem essa igualdade.

 

Muito freqüentemente, as diferenças entre alunos são vistas como um problema. Muitas pessoas acreditam que as diferenças dos alunos em relação a ajustes educacionais são dificuldades que necessitam ser trabalhadas, melhoradas ou os alunos precisam estar “prontos” (homogeneizados) para se encaixarem em uma situação de aprendizagem. Essa visão pode ser um grande inconveniente, prejudicando, assim, o processo de aprendizagem nas salas de aula que tentam promover valores e oportunidades de aprendizagem inclusivas para todos os alunos.

 

Para que a inclusão seja bem sucedida, as diferenças dos alunos devem ser reconhecidas como um recurso positivo. As diferenças entre os alunos devem ser reconhecidas e capitalizadas para fornecer oportunidades de aprendizagem para todos os alunos da classe.

 

A educação inclusiva é um meio privilegiado para alcançar a inclusão social, algo que não deve ser alheio aos governos e estes devem dedicar os recursos econômicos necessários para estabelecê-la. Mais ainda, a inclusão não se refere somente ao terreno educativo, mas o verdadeiro significado de ser incluído. Está implícita na inclusão social, a participação no mercado de trabalho competitivo, sendo este o fim último da inclusão.

 

Sendo assim, a educação inclusiva não é tarefa somente da Escola, ela deve caminhar junto com a construção de uma sociedade inclusiva, pois a instituição Escolar precisa estar relacionada ao sistema social, político e econômico vigente na sociedade. A educação inclusiva implica na implementação de políticas públicas, na compreensão da inclusão como processo que não se restringe à relação professor-aluno, mas que seja concebido como um princípio de educação para todos e valorização das diferenças, que envolve toda a comunidade Escolar.

 

A Declaração de Salamanca, elaborada em 1994, na Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais na Espanha, enfatiza a necessidade de que a educação seja assumida com a mais alta prioridade política e financeira, incluindo mudanças nas leis educacionais, incorporação de mecanismos democráticos na gestão das Escolas, implementação dessa temática em programas de formação inicial e em serviço, e existência de mecanismos favorecedores do processo de inclusão.

 

 “Sem dúvida, a razão mais importante para o ensino inclusivo é o valor social da igualdade. Ensinamos os alunos através do exemplo de que, apesar das diferenças, todos nós temos direitos iguais. Em contraste com as experiências passadas de segregação, a inclusão reforça a prática da idéia de que as diferenças são aceitas e respeitadas. Devido ao fato de as nossas sociedades estarem em uma fase crítica de evolução, do âmbito industrial para o informacional e do âmbito nacional para o internacional, é importante evitarmos os erros do passado. Precisamos de Escolas que promovam aceitação social ampla, paz e cooperação.” (STAINBACK, 1999, p. 26 e 27)

 

Deste modo, é importante salientar que, a principal razão para a inclusão não é que os alunos previamente excluídos estarão necessariamente se tornando proficientes em socialização, história ou matemática, embora seja óbvio que nas turmas inclusivas há mais oportunidades para todos crescerem e aprenderem. Ao contrário, a inclusão de todos os alunos ensina ao aluno portador de deficiências e a seus colegas que todas as pessoas são membros igualmente valorizados da sociedade, e que vale a pena fazer tudo o que for possível para poder incluir todos na nossa sociedade.

 

A inclusão é percebida como um processo de ampliação da circulação social que produz uma aproximação dos seus diversos protagonistas, convocando-os à construção cotidiana de uma sociedade que ofereça oportunidades variadas a todos os seus cidadãos e possibilidades criativas a todas as suas diferenças.

 

Segundo Diniz e Vasconcelos (2004), “o princípio fundamental da Educação Inclusiva consiste em que todas as crianças devem aprender juntas, onde isso for possível, não importando quais dificuldades ou diferenças elas possam ter.”

 

Defendo também, desde a educação infantil, a inserção escolar da criança com deficiência no sistema regular de ensino. Isso constitui uma possibilidade de ela ter uma trajetória educacional mais favorável para suas aprendizagens, na medida em que partilha de um ambiente marcado pelo princípio do “todos”, e não pela idéia do “alguns”. E vive a possibilidade de conhecer formas de estar no mundo e de aprender que são diferenciadas da sua, podendo experimentar situações de aprendizagem mais rica para si mesma e para possibilidades de intervenção pedagógica.

 

Para reforçar, acredito que uma Escola inclusiva adota práticas baseadas na valorização da diversidade humana, no respeito pelas diferenças individuais, no desejo de acolher todas as pessoas, na convivência harmoniosa, na participação ativa e central das famílias e da comunidade local em todas as etapas do processo de aprendizagem. E, finalmente, na crença de que, qualquer pessoa, por mais limitada que seja em sua funcionalidade acadêmica, social ou orgânica, tem uma contribuição significativa a dar a si mesma, às demais pessoas e à sociedade como um todo.

 

Para uma Escola tornar-se inclusiva, ou seja, uma instituição que, além de aberta para trabalhar com todos os alunos, incentiva a aprendizagem e a participação ativa de todos, faz-se necessário um investimento sistemático, efetivo, envolvendo a comunidade Escolar como um todo.  Para isso efetuar-se de maneira satisfatória, é ainda necessário que a Escola tenha estímulo e autonomia na elaboração de seu projeto pedagógico, que possa elaborar um currículo Escolar que reflita o meio social e cultural onde os alunos estão inseridos; que tenha a aprendizagem como eixo central em suas atividades Escolares e que reconheça o enriquecimento advindo da diversidade.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

BRASIL. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: Corde, 1994.

 

DINIZ, Margareth; VASCONCELOS, Renata Nunes (Orgs.). Pluralidade cultural e inclusão de professores e professoras. 1. ed. Belo Horizonte, MG: Formato, 2004.

 

MANTOAN, Maria Tereza Eglér et al. A integração das pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema.  São Paulo: Memnon, 1997.

 

MANTOAN, Maria Teresa E. A solicitação do meio Escolar e a construção das estruturas da inteligência no deficiente mental: uma interpretação fundamentada na teoria de conhecimento de Jean Piaget. Tese de doutoramento. Campinas: UNICAMP/ Faculdade de Educação, 1991.

 

STAINBACK, Susan e STAINBACK, William. Trad. Magda França Lopes. Inclusão – Um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

 

*Aluna do Curso de Pedagogia, Universidade Federal de Goiás – Campus Catalão.

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44 respostas para A Escola Inclusiva E A Diversidade

  1. ana disse:

    olá sempre q posso passo por aqui.
    Equipe Honda Hornet

  2. alexandre morsch disse:

    Parabéns Cirlandia! Muito bom seu artigo.
    Um abraço!
    alexandre
    (acadêmico de História e Geografia)

  3. Cirlandia R. Almeida Costa disse:

    Que bom que você tenha gostado Alexandre, é muito bom saber que profissionais da educação em todas as esferas se preocupam com a essa grande e dificil tarefa que é a inclusão.
    Um Abraço!
    Cirlandia

  4. Vania disse:

    Sou Vania aluna de Pedagogia da UVA daq do Maranhão. Adorei o texto é mto interessante pois ele vai m ajudar mto na apresentação de um seminário tematico!!

  5. Wolney disse:

    Olá Vania, seja bem vinda sempre a este nosso espaço.

    Wolney

  6. Andréa Teixeira Barbosa disse:

    Olá
    Wolney

    Ainda sou principiante na profissão mas gostei muito dos seus comentarios,seria muito bom que a nossa sociedade enxergasse desta maneira e nosso gorvenante tambem. me formarei este ano pela UNOPAR.

  7. Andréa Teixeira Barbosa disse:

    Cirlandia
    Desculpe troquei seu nome.

  8. Wolney disse:

    Oi Andreia, obrigado pelo elogio e pela visita. Vou te enviar um convite para receber as atualizações deste Blog.

    Wolney

  9. delci disse:

    o´la estava procurando material para um trabalho sobre inclusão estou cursando o segundo ano de pedagogia este artigo me ajudou muito e parabéns por este. sabe para quem trabalha durante todo o dia o jeito e buscar na net já que nos resta tempo para muitas leitura. sempre que posso procuro agradecer pela colaboração obrigada.

  10. Wolney disse:

    Olá Delci, obrigado pela visita e que é legal que voce tenha gostado do texto. Volte sempre!

  11. Manoel Santos Silva disse:

    Ola muito bom seu artigo – parabéns.

  12. cleuza moura disse:

    olá boa noite, eu estou no 7º período de pedagogia e procuro material para montar um artigo sobre educação inclusiva este artigo me ajudou muito…obrigada adorei…bjus♥

  13. Regina disse:

    Muito bom !!!!!!!!!!!!!

  14. Paulo disse:

    Andreia,

    Lí com atenção seu artigo. Tenho um problema que gostaria de dividr com vc. Minha neta é portadora de TID e simplesmente não encontramos no Rio de Janeiro uma escola que seja inclusiva. As que visitamos são absolutamente exclusivas, reunindo em uma só sala crianças e adolescentes com todo o tipo de deficiência o que torna a sociabilidade entre eles impossível. Marina tem 18 anos e frequentou uma escola inclusiva (que fechou) até o 5 ano, é sociável, alfabetizada tem noção das suas limitações. Se vc tiver notícia da existência de uma escola que seja inclusiva aqui no Rio, particular ou pública, por favor nos comunique.
    Grato
    Paulo

  15. Isabel disse:

    Parabéns Cirlandia,
    Li seu artigo, me deliciando com o domínio do assunto e a clareza nos conceitos expostos.
    Muito obrigada.

  16. Nelbia Freitas disse:

    Por ter um filho deficiênte tenho pesquisado vários artigos sobre inclusão, pois as dificuldades encontradas na falta de ex periência e interesse dos educadores me fez avoltar a estudar, estou no sexto semestre de pedagogia na uefs Bª, para poder alfabetizar meu filho que tem paralisia cerebral. Seu artigo fala claramente do assunto, vc está de parábens espero ver um dia a inclusão não ser problema na educação e sim a solução de uma educação justa.

  17. Conceiçào Timo disse:

    Sou professora, e atualmente estou atuando no serviço de orientação para o trabalho em um Centro de Ensino Especial.Onde a clientela são de alunos que não estão em escola comum ,ou seja, não faz parte das escolas inclusivas. Mas queremos inclui_- los no mercado de tralho. Tenho muita dificuldade nessa inclusão uma vez que, o mercado pede pessoas com qualificações que nossos alunos não tem. E aì?Como se da a inclusào social?
    Gostei muito do seu texto e acredito que possa ter algum artigo que possa me ajudar nesse meu trabalho,
    Um grande abraço

  18. Isabel disse:

    Olá, Cirlandia.
    Gostei muito do li no seu blog e eu gostaria de fazer uma especialização para o ensino de crianças surdas que não sabem libras.

    Estou lidando com uma criança assim. Muito inteligente, mas não consegue interpretar textos. Possui 11 anos está na quarta série e é um analfabeto funcional.

    Com a lei da inclusão, esses casos serão cada vez mais freqüentes e gostaria de me preparar para isso.
    Sou totalmente leiga e gostaria que você me indicasse cursos sobre esse assunto e literatura também. Moro no Rio de Janeiro, mas caso não exista nehum curso por aqui, farei o possível para buscá-lo em outro estado ou país.

    Aguardo ansiosamente pela suas indicações.
    Cordialmente,

  19. eliane caetano disse:

    Estou cursando licenciatura em Educaçao Fisica e Desporto Escolar na ULHT- Lisboa-PT, e como projecto de conclusao de curso estamos permeando a tematica Educaçao Fisica e Educaçao Especial aos Pares!? e tenho o imenso prazer de ter esse artigo como fonte de estudo para tal. Parabens amiga Cilandia(que jamais esquecerei) por este belo contributo a caminho da inclusao. Felicidades e inté!!!!!

  20. Elia Aparecida Guimaraes disse:

    muito boa o artigo.

  21. M.Sueli disse:

    Sou estudante de pedagogia da UNISO de SROCABA,e seu artigo vai me ajudar mt, na materia de Educação e Diversidade.
    Muito obrigada.

  22. Elineides Silva disse:

    Gostei muito do seu artigo,você é nota 10!Trabalho no AEE,e concordo com os autores Diniz e Vasconcelos.

  23. Mariana Pires disse:

    Parabéns peloseu artigo.
    Eu tenho uma irmão inclusiva e estamos procurando uma escola que a aceite mas estamos com dificuldade, ela está com 10 anos e está na quinta série em escola normal é alfabetizada, mas a escola dela sá vai até o quinto ano então estamos a procura de uma escola se você souber alguma no Rio de Janeiro e puder indicar agradeço.

  24. Gilcimara Rodrigues dos Santos Santana disse:

    Gostei muito do seu artigo, me ajudou muito a entender melhor a educação inclusiva. Vários aspectos foram abordados e auxiliou a mim e ao meu grupo a esclarecer diversas dúvidas.

  25. Vanderlise Prigol disse:

    Muito bom seu artigo,esclareceu minhas dúvidas e auxiliou-me na pesquisa sobre o assunto.

  26. caludia machado disse:

    olá, pessoal,gostei mto dos artigos que li sobre educação inclusiva.Gostaria de receber e mails com as noviddes sobre o assunto…como cursos,palestras,bibliografias…seria possível?desde já agradeço.

    atenciosamente,
    claudia machado

  27. Paulo disse:

    Olá adorei este texto;espero que este me ajude com um curso que vou prestar ; salamanca 1994.
    anteciosamente: Paulo Cesar Parada.

  28. Natália Canário disse:

    Olá, Cirlandia

    sou estudante de Psicologia, e há algum tempo me interesso sobre o tema da inclusão e, particularmente, da diversidade no contexto escolar. Compartilho com você a idéia de que a escola não pode se isentar da responsabilidade de refletir junto aos seus alunos, corpo docente e comunidade a questão da diversidade e, como consequência, da inclusão.
    No momento, estou fazendo um trabalho no qual busco estabelecer uma ponte entre os dois tópicos, mas levantando a bandeira de que a inclusão não deve se restringir aos alunos com algum tipo de deficiência ou transtorno. Não são só eles que têm “necessidades especiais”. A exclusão dentro da escola estende-se às diferenças étnicas, de gênero, de status social, e assim por diante. Penso que isso também deve ser refletido, e aposto na união de psicólogos, pedagogos e professores.
    Continuemos trabalhando!

    *ah, se possível, nas próximas publicações, cite os autores (e o ano) durante o texto, pq fica mais fácil para buscarmos os originais. =]

  29. simoni disse:

    Adorei, muito bom esse texto , estou cursando o segundo ano de pedagogia e me ajudou muito em uma atividade sobre escola inclusiva.
    Parabéns , abraço

  30. julia mendes disse:

    Parabens Cirlandia pelo seu Artigo, embora alguns ìtens no último ´parágrafo contia sendo uma utopia.

  31. adelia disse:

    Cirlandia gostei muito do seu artiga vai me ajudar muito para a construção do meu, que tem como tema Diversidade na sala de aula.

  32. Mariana Cordeiro disse:

    Parabéns Cirlandia pelo seu artigo que da enfase a uma proposta muito especial e de respeitar as diferenças do ponto de vista de cada pessoa.
    A escola inclusiva é aquela que quer evoluir e deixar bem claro que a escola somos todos nós e que as oportunidades são para todos independente ou não de pareceres que ditam “diferentes”. Na realidade nos buscamos o crescimento intelectual de todos nas escolas.
    E que fique bem claro que ninguém é perfeito mas que aos poucos essa moldagem no crescimento intelectual transforme cada um e faça de sua plenitude de aprendizado, um cidadão por excelência.

  33. jenecy barros disse:

    Olá Cirlandia! parabens e obrigado!estou terminando o magísterio tenho que entregar o TCC que tem como tema a educão inclusiva o resuno tem que ser uma crítica e o seu texto mim ajudou muito a analisa bem e poder citicar. gostei muito.

  34. Mariana Cordeiro disse:

    A Escola Inclusiva é um grande apoio à quem ficou no passado a merce de uma ixclusão pois essa marca que hoje está sendo esquecida pela sociedade marca um novo tempo para darmos oportunidade a quem estava por muito tempo excluso de uma educação que moldasse e desse oportunidade em igualdade de frequência aos estudos numa sala de aula.
    Em se tratando de Incluçao Social vejo em todos aspéctos uma nova visão para entendermos melhor o nosso conhecimento profissional e procurar cada vez mais arregaçar as mangas e entender que nós não somos totalmente perfeitos e, sendo assim, também temos que nos mobilizar e entender que a escola é para todos independentemente de cor, raça, condições sociais ou mesmo de fatores genéticos que determine que essa pessoa não esteja apta para adentrar aos conhecimentos que possam desenvolvê-la dentro de uma perspectiva social e plena.porém respeitando os seus limites .

  35. Marta Madalena de Araújo disse:

    Esse texto é por demais autêntico em sua completude de contéudo. Parabéns autora pela maravilhosa contribuição no tangente a socialização de seus conhecimentos, em específico esse sobre as ” as diversidades na escola”.

  36. FABIANA COUTO disse:

    Seu artigo é ótimo!!!! Uma escola inclusiva é muito necessário nos dias atuais,porém tem que ser tomado devido cuidado,em querer cumprir a lei e acabar excluindo.As escolas precisam de recursos e pessoas capacitadas para atender ,a escola é um lugar onde se predomina as diferenças e as mesmas tem que ser respeitadas.

  37. Fabiola disse:

    amei o seu artigo,sou estudante de Pedagogia e prestes a se formas em dezembro,e neste ultimo semestre estudamos sobre diversidade na escola.As instituições tem tido dificuldade em lidar com as diferenças,causando viloencia simbolica no ambito escolar.Creio que o caminho para melhorar a educação é o RESPEITO,sem ele não se tem harmonia e os alunos que não se apropriam deste valor acaba tornando as escolas em campos de batalhas.A inclusão nas escolas é muito importante ,porém ,as mesmas precisam estar prontas para atender a esse publico tão especial que como todo cidadão tem o direito de ir a escola ,eles também o tem.

  38. Jeneffer Schimid disse:

    Preciso fazer um trabalho sobre:
    Educação Especial: Espaço de acolhimento, aprendizagem e socialização.

    Se puder me ajudar, lhe agradeço.

    Abraços!

  39. Noemia Rosa Barbosa disse:

    Olá!Cilandia Rouseline. Gostei bastante de seu texto sobre a Educação Inclusiva.Pois é muito importante ter alguém com a coragem de criticar ou elogiar publicamente tais procedimentos quer ocorrem em nossas escola públicas. Acredito que a educação inclusiva para todos ainda alcançará seu processo produtivo na diversidade do nosso País. Abraço! E parabens!

  40. jeorgina costa disse:

    olá, estou estudando para um concurso e amei esse texto, bem claro e objetivo. sou pedagoga e acho que devemos sim lutar para que a diversidade e inclusão realmente invada os muros da escola e não só fique no papel. Só assim acredito que educação e um direito de todos, e não para uma parcela da população.Falam em diversidade, mas não respeitam a forma de ver e viver as diversas formas de pensamento do ser humamo.

  41. Katia disse:

    Amei seu trabalho,pois estou fazendo uma pesquisa com o tema Escola Inclusiva:espaço de acolhimento, aprendizagem e socialização na educação infantil me ajude!
    Agradeço desde já,muito Obrigada!

  42. thainara disse:

    è muuuuuuuuuuuuiitoooooooooo bom para as escolas legal

  43. preciso fazer um trabalho sobre atividade integradora de fundamentos da orientação educacional
    no momento estou perdida no assunto por favou mim ajude! espero contar com vc ok! agradeço a sua atenção espero q eu tenha sorte pois a sua ajuda vai mim aliviar bastante

  44. FABIANE HUTH disse:

    Sou a favor da educação inclusiva, mas, percebo que os professores de modo geral não estão preparados para aceitar, ou, trabalhar, a diversidade, no que se refere a orientação sexual homoafetiva. É difícil, pois, há uma formação religiosa muito forte, cujo ensina, que a homoafetividade é pecado, que a homoafetividade, não se deve comentar na escola, pois, é vista como pedofilia, assédio sexual, alisiamento, etc.
    Não é correto mostrar materiais que mostram o relacionamento em si, concordo, mas, é necessário trabalhar o preconceito. Só, não sei como convencer, ou, fazer com que os professores aceitem a convivência pacífica a respeito do assunto, a orientação homoafetiva é algo que ainda assusta as escolas de modo geral.

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