A Inclusão Na Escola Regular


/* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:”Tabela normal”; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:””; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} A Inclusão Na Escola Regular: algumas considerações acerca das mudanças e do papel do professor

!– /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:””; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>

/* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:”Tabela normal”; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:””; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}

Kaléria Abadia de Jesus*

 kaleria.JPG


st1:*{behavior:url(#ieooui) }

/* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:”Tabela normal”; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:””; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}

Durante muitos anos, educadores de todo país lutaram para que a escola incluísse crianças e jovens com deficiência. Há dez anos atrás, quase 90% dos matriculados freqüentavam instituições ou classes especiais. Hoje é apenas 53% nessa situação, a metade, aproximadamente, estão em salas regulares.

 

A Educação Especial foi tradicionalmente concebida como destinada a atender o deficiente mental, visual, auditivo, físico e motor, além daqueles que apresentam condutas típicas, de síndrome e quadros psicológicos, neurológicos e psiquiátricos. Também estariam inseridos nessa modalidade de ensino os alunos que possuem altas habilidades e superdotação (GURGEL, 2007, p. 39).

 

Pela Constituição Federal de 1988, art. 205, a educação é direito de todos e dever do estado e da família e será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade. Em seu artigo 208, ela assegura o atendimento educacional especializado aos “portadores de deficiência”, preferencialmente na rede regular de ensino. Nessa direção, a Lei Federal 7853 dispõe que nenhuma escola ou creche pode recusar o acesso do deficiente a instituição escolar (JOVER, 1999, p. 9).

 

Desde a década de 1960, é recomendada em nosso país a matrícula de pessoas com necessidades educacionais no sistema geral de educação, assim como é apontado nas Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96, Art. 60.  Em seu Parágrafo único dispõe que “O Poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo”.

 

Portanto, cabe aos órgãos responsáveis a implementação de projetos e condições para que o direito dessas pessoas à educação escolar regular possa realmente se efetivar em uma escola de qualidade, uma escola para todos. Não é simplesmente integrar, que significa a inserção da pessoa deficiente preparada para conviver na sociedade, mas a inclusão que compreende a modificação da sociedade, como pré-requisito e como condição, para que a pessoa com necessidades especiais tenha condição de desenvolver e exercer sua cidadania.

 

A prática da inclusão social se baseia em princípios diferentes do convencional, que geralmente se reduz á presença das pessoas com deficiências na escola da rede regular. Mas aponta para a aceitação das diferenças individuais, valorização de cada pessoa, convivência dentro da diversidade humana, aprendizagem por meio da cooperação e o atendimento às necessidades educacionais especiais. Enfim, segundo Mantoan (1997) “É preciso preparar a escola para incluir nela o aluno especial e não ao contrário”.

 

Para que haja uma melhor interação entre pessoas com necessidades especiais e as pessoas sem deficiências, o primeiro passo seria sensibilizar e capacitar todos os funcionários da instituição, professores, orientadores, enfim todos os profissionais. É importante também sensibilizar os pais, sobretudo os dos não deficientes, uma vez que eles devem desempenhar um papel ativo no processo de inclusão (JOVER, 1999, p. 12).

 

“A inclusão postula uma reestruturação do sistema de ensino com o objetivo de fazer com que a escola se torne aberta às diferenças e competente para trabalhar com todos os educandos, sem distinção de raça, classe (…)” (GUIMARÃES, 2003, p. 46).

 

Desse modo, atualmente a educação especial encontra-se numa situação de crise de identidade (BEYER, 2005). E com relação á escola inclusiva a construção da identidade passa pela valorização das qualidades de cada um dos estudantes (CAVALCANTE, 2004).

 

Conforme a psicóloga e educadora Josca Baroukh, a sociedade brasileira ainda “engatinha” no que se refere à inclusão, contudo o professor deve apostar no aluno e para isso é necessário conhecê-lo bem. Recomenda ainda que deva ouvir as crianças e os jovens e ser sensível para identificar limites e possibilidades de cada um. Para ela o deficiente sente-se excluído porque o tratam como incapaz. Os pais, por sua vez, infantilizam ou superprotegem os filhos e o professor que recebe esse aluno teme fracassar na tentativa de integrá-lo à sociedade, principalmente se não tiver orientação sistematizada. Às vezes, o professor, sem querer, estereotipa o estudante e o trata com pena. Mas quando o tema é abordado de forma positiva, o aluno se descobre pelo acréscimo e não pelo déficit (BAROUKH, 2004).

 

Baroukh (2004, p. 33) aposta nos projetos que levem o aluno a valorizar suas potencialidades e a se sentir parte de um todo. Para tanto, ”todos os professores sem exceção, precisam praticar o respeito e a tolerância que só nascem quando se entende que o normal é ser diferente”.

 

A educadora Mantoan (2005) afirma que na escola inclusiva professores e alunos aprendem uma lição que a vida dificilmente ensina: respeitar as diferenças. Ressalta ainda, que a inclusão é a nossa capacidade de reconhecer o outro e ter o privilégio de conviver com pessoas diferentes. Diferentemente do que muitos possam pensar, inclusão é mais do que rampas e banheiros adaptados.

 

Na perspectiva de Mantoan um professor sem capacitação pode ensinar alunos com deficiência. ”O papel do professor é ser regente de classe e não especialista em deficiência, essa responsabilidade é da equipe de atendimento especializado, uma criança surda, por exemplo, aprende com especialista em libras e leitura labial. A função do regente é trabalhar os conteúdos, mas as parcerias os profissionais são muito produtivas. Se na turma há criança surda e o professor regente vai dar uma aula sobre o Egito  o especialista mostra a criança com antecedência fotos, gravuras sobre o assunto” (2005,p,24)

 

Conforme Hugo Otto Beyer (2005) existia alguns anos atrás uma definição clara em que as crianças com deficiência eram atendidas em escolas especiais e as crianças sem deficiências em escolas regulares. Além disso, não havia praticamente qualquer situação de trabalho comum entre as escolas especiais e as regulares, e os educadores especiais tinham seu lugar nas escolas especiais e os professores com formação nas pedagogias e nas licenciaturas nas escolas regulares.

 

No entanto, com a inclusão escolar existe uma redefinição da função das escolas especiais e das regulares, bem como uma re-significação de papéis, dos saberes e práticas dos professores que atuam nas escolas regulares e com pessoas com necessidades educacionais especiais (TARTUCI, 2006).

 

Consideramos que não existe atualmente nenhuma possibilidade de se opor inclusão social à educacional. Seria inclusive ausência de bom senso, mas é preciso que seja construída com competência e responsabilidade, respeitando os princípios legais, de direito à cidadania e à educação, e os princípios éticos, do respeito á diferença. Desse modo, não é possível pensar a inclusão apenas localizando as mudanças nas ações dos professores e das suas práticas pedagógicas. Não excluímos a importância de sua atuação nesse contexto. Todavia é preciso avançar e considerar as mudanças que se operam no conjunto da escola, de suas práticas, de sua organização e de sua cultura (TARTUCI, 2001).

 

Nesse sentido, concordamos com as palavras de Carvalho que “As escolas e os professores podem muito, mas não podem tudo!” (2004, p. 09).

 

Bayer (2006) ao discutir a inclusão, aponta algumas mudanças necessárias, e que já vem sendo implementadas, para atender os alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas regulares, considerando os dois princípios fundamentais: a convivência construtiva dos alunos e aprendizagem comum (e que atenda também às especificidades pedagógicas). As condições apontadas são: a individualização do ensino, que significa a individualização dos alvos, da didática e da avaliação; o sistema de bidocência; o conceito de educação especial subsidiária.

 

Com relação à bidocência, estudos já vem apontando alterações no âmbito da escola inclusiva que incorpora a presença de dois professores, ou ainda dois ou mais profissionais. “Os projetos e práticas de inclusão escolar vêm se compondo a partir de reestruturações que em geral já incorporam ou pelo menos sinalizam a incorporação de novos atores, novos profissionais no cenário escolar, como instrutores surdos e intérpretes, além das figuras de professor regente, especializado, itinerante etc” (TARTUCI, 2006, p. 1). Por sua vez, “a entrada de um outro profissional na sala de aula não é uma questão simples e não passa apenas pela boa vontade daquele que recebe. As relações que serão ali estabelecidas colocam em jogo papéis e poder, bem como re-coloca questões sobre o ser aprendiz, sobre si mesmo e sobre o ser professor” (p. 12).

 

Nesse sentido, as alterações e mudanças implementadas para construir uma escola inclusiva nos convoca a novos debates acerca do papel da escola, de sua organização e do papel dos professores e dos novos educadores que ali atuarão, seja no espaço da sala de aula junto ao professor regente, seja em outros espaços da escola.

        

Referência Bibliográfica

 

BEYER,Hugo Otto. inclusão e avaliação na escola de alunos com necessidades educacionais especiais. Editora Mediação, 2005.

 

CARVALHO, Rosita Edler. Dez Anos Depois da Declaração de Salamanca. 2004

 

CAVALCANTE,Meire,  Aparências diferentes?Talentos também. . In: Revista Nova Escola. Editora Abril, nº 173, 2004

 

GUIMARÃES,Arthur, A Inclusão que dá certo. In: Revista Nova Escol. Editora Abril,  nº 165, 2003.

 

GURGEL,Thais, Inclusão, só com aprendizagem. In: Revista Nova Escola. Editora Abril, nº 206, 2007

 

JOVER,Ana, Preparando a escola inclusiva. In: Revista Nova Escola.  Editora Abril, nº123,1999.

 

KASSAR,Mônica de Carvalho Magalhães Matrículas de Crianças com Necessidades Educacionais Especiais na Rede de Ensino Regular ,Editora Autores Associados, 2004.

 

TARTUCI, Dulcéria. Re-Significando o “Ser Professora”: Discursos e Práticas na Educação de Surdos. 29º Reunião Anual da Anped.  Educação, Cultura e Conhecimento na Contemporaneidade: Desafios e Compromissos.  Caxambu, MG, 2006.

 

*Aluna do Curso de Pedagogia, Universidade Federal de Goiás – Campus Catalão.

Esse post foi publicado em educação especial, escola regular, Estudantes, inclusão. Bookmark o link permanente.

20 respostas para A Inclusão Na Escola Regular

  1. anderson disse:

    Gostei muito do seu artigo e quero solicitar autorização para trabalhar com ele nas minhas aulas no II semestre

  2. Wolney disse:

    Anderson, eu enviei um email para voce.

    abraço,
    Wolney

  3. Graziane disse:

    Gostei do artigo, mas você não colocou a referencia da Mantoan 2005

  4. Graziane disse:

    Estou fazendo minha monografia sobre inclusão na escola regular, mas ainda não sei qual vai ser meu foco,pois muita coisa sobre a inclusão já foi estudado e realizado. você tem alguma opinião de algo que ainda precisa ser estudado sobre o assunto.
    obrigada e aguardo resposta!!!

  5. Wolney disse:

    Graziane, aqui é Wolney, editor do Blog. A minha sugestão é estudar a história de vida de professores e professoras que trabalham com inclusão.

  6. rejane disse:

    a casos e casos para a inclusão eu sou mãe de criança com deficiencia e ja tente a escola regular e meu filho não de adaptou, hoje ele frequenta a Apae em salvador e quando eu falo que ele vai para a escola regular ele fica apavorado, o que eu faço se sou obrigada a matricular em um a escola regular. eu não sou contra a inclusão, mais a inclusoa tem que ser feita com responsabilidade o mec não capacita os professores a trabalhar com essas crianças

  7. celina pelizzari disse:

    SOU PROFESSORA DO PRIMEIRO ANO SERIES INCIAIS,NA MINHA TURMA TENHO 21 ALUNOS SENDO QUE 3 SÃO INCLUSÃO 1 DEFICIENTE VISUAL,1 PSICOTICO,E O OUTRO AINDA NÃO SEI BEM O QUE É,BEM TENHO MONITORA SO NO DIA QUE O ALUNO PSICOTICO VAI,OS OUTROS DIAS TENHO QUE ME VIRAR SOZINHA.GOSTARIA DE SABER SE TA CERTO,OU SE EU NÃO TERIA QUE TER UMA AUXILIAR DIRETO DENTRO DA SALA,ESTOU MUITO ANGUSTIADA PRECISO DE UMA LUZ.OBRIGADA

  8. teresa disse:

    CRIANÇA COM PC PROVAVELMENTE COM COMPROMETIMENTO TAMBEM DE VISÃO E AUDIÇÃO ,ESTA NUMA ESCOLA REGULAR SEM A DEVIDA ASSISTÊNCIA,PRATICAMENTO SEM NENHUM APROVEITAMENTO JA QUE NÃO EXISTEM TECNICAS DE INTERVENÇÃO.OFERECI UM SERVIÇO VOLUNTARIO MAS PRECISO DE AJUDA,ORIENTAÇÃO,INSTRUÇÕES BASICAS PARA DAR A ESSA CRIANÇA UM ACOMPANHAMENTO DIFERENCIADO JA QUE NÃO EXISTE UM ESPECIALISTA.JA TENHO EXPERIÊNCIA PESSOAL COM CRIANÇAS ESPECIAIS POIS TENHO UM FILHO COM SINDROME DE ASPERGE E JA FIZ TREINAMENTOS NUMA ONG CHAMADA CASA DA ESPERANÇA,ESPERO QUE POSSA TER DE VOCÊS ALGUMA ATENÇÃO A ESSE RESPEITO E SE POSSIVEL AJUDA.

  9. lucineia da silva disse:

    Eu,nao sou contra a inclusao de pessoas portadores de necessidade especiais,sou estudante de pedagogia mas acredito que prinbcipalmente asim como para o portador de necssidade vai se bom poque ele e um ser humano e que tem capacidade e direito de estar inserido no meio social o que penso é que no brasil as coisa não acontece como está na lei porque esssa pessoas precisam de professores capacitadas e de outros profissionais presente numa escola como fonadióloga, psicóloga fisioterapeutas enfim e acredito que em muitas escolas do pais não vão ter esse acesso. É preciso sim incluir mas é preciso trabalhar essa inclusão com muita responsabilidade porque não pode frustar essas pessoas, são seres humano não é jogar numa sala de aula e deixar que les qprendam sozinho eles não vão aprender, além de inclusos eles precisam adquirir conhecimento que é o que els tem numa escola especializada. Aí eu pergunto o poder publicobrasileiro está preparado para isso?

  10. Andréa de oliveira disse:

    Oi,trabalho com alunos especiais aos 6 anos e acredito nas potencialidades deles,pois suas habilidades tem me surpreendido muito e me ensinado a ver um mundo especial,cheio de esperança e amor.Sou professora á 4 anos em um centro de atendimento educacional especializado,e 2 anos fui intérprete educacional,e atualmente também trabalho em uma sala de recursos multifuncionais.Você eatá de parabéns por escrever este artigo sobre inclusão escolar.Um abraço

  11. Paula Lucia da S. Santos disse:

    Gostei do seu artigo! Estou construindo minha momografia da pós e o tema é: adaptação curricular- O professor como facilitador da aprendizagem. Acredito que o papel e a participação do professor com perfil para trabalhar com alunos inclusos e quando falo com prfil me refiro àquele profissional capacitado ou não, mas com sensibilidade suficiente para atuar como observador e acima de tudo facilitador da aprendizagem. Gostaria que me enviasse algumas sugestões de leitura. Abç

  12. Nilsa disse:

    Olá, boa noite. Sou bidocente e gostaria de saber se há uma necessidade de eu ficar o tempo todo junto ao meu aluno, ele tem um transtorno de conduta desafiador, mas já é medicado e faz tratamento, no ultimo ano ele teve uma melhora de 100% em relação aos anos anteriores, mas a mãe dele acredita que eu não posso me separar dele em momento algum, e eu gostaria de saber se isso e realmente necessário ou se eu posso continuar tentando faze-lo ter uma autonomia que ela não deixa, pois ainda o trata como se ele fosse um bebe de colo. Agradeço muito pela atenção

  13. regiani disse:

    Gostei muito desse artigo,sou estudante de pedagogia e mãe de uma criança com deficiência fisica e a minha filha frequenta uma escola regular e ela foi muito bem recebida pelas outras crianças, mas em questão ao aprendizado fica um pouco a desejar, porque falta incentivo por parte dos professores, poi quando ela não conmsegue realizar uma atividade a profesora não estimula, precisamos de capacitação o mais rapido possivel pois nossas crianças não precisam somente frequentar escola regular elas precisam aprender

  14. jamilly Bispo Laureano disse:

    Oi gostei muito de seu artigo também, e com estou realizando um seminário sobre este tema para apresentar na faculdade da qual pertenço onde curso o II semestre de história, também gostaria de pedir sua permissão para assim poder utilizá-lo em sala. e gostaria de mais sugestões sobre o respectivo tema…adoraria que entrasse em contato…De imediato agradeço a atenção.

  15. Ricardo Campelo de Albuquerque disse:

    Olá Kaléria,boa noite!

    Quero lhe parabenizar pelo seu artigo. Gostaria de trocar algumas ideia com você sobre o assunto. Pretendo fazer a minha dissertação sobre o assunto, porém enfatizando a prática pedagógica do professor à luz da neurociência. Minha linha de pesquisa é a formação do professor. Meu problema de investigação é: como e em que nível de estímulo sensorial o professor trabalha com alunos especiais em salas regulares? Gostaria de ter seu comentário para enriquecer a minha pesquisa. Aguardo sua resposta. Muito Obrigado.

  16. cintia angelica baggio disse:

    Algumas escolas regulares não aceitam crianças especiais ( pode ser do estado ou particular ) e as que aceitam tratam de qualquer jeito … sofrem preconceito dos coleginhas a até mesmo dos professores …Então gostaria de saber de um jeito para colocar a minha filha em uma escola …

  17. graça disse:

    Olá Kaléria, boa tarde….
    Quero lhe parabenizar pelo seu artigo. Estou fazendo minha monografia sobre lnclusão do aluno surdo na escola regular…Mais estou com muita dificuldade em difir meus capítulos vc tem alguma opinião sobre esse assunto… Obrigada…

  18. sumara figueira martins de oliveita disse:

    gostei muito do seu artigo, tenho uma dúvida minha filha e deficiente auditiva mais ela fez o implante coclear, na escola ela esta tendo muita dificuldade este ano ela não sabe libras. minha duvida e , se ela tem direito a uma professora auxilar na classe mesmo ela não sabendo libras, gostaria de saber se ela pode ter esse auxilio em classe…obrigado

  19. Fabíola Kuhnen disse:

    Olá boa tarde!
    Uma escola particular pode exigir dos pais que eles contratem uma professora auxiliar (bidocente) Isso não é responsabilidade da própria escola? Nesse caso, a criança tem 3 anos e apresenta várias caraterísticas de autismo, sendo indicado, pelo médico, esse auxílio na escola.
    Atenciosamente,

    Fabíola

  20. Socorro Lira disse:

    Gostei bastante da forma como você aborda as questões inclusivas, estou escrevendo sobre o processo inclusivo do portador de deficiência visual.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s